Ocorrência foi registrada na manhã de sexta-feira (23), no Jardim Atlântico III Etapa. Segundo a Polícia Militar, a vítima relatou sofrer ameaças constantes e já ter sido agredida fisicamente pelo próprio filho em outras ocasiões.
Niquelândia News/Gilmar Alves
Uma ocorrência de violência doméstica mobilizou uma equipe da Polícia Militar às 11h43 de sexta-feira, 23 de outubro de 2026, em uma residência localizada na Rua Rondônia, no Jardim Atlântico III Etapa, em Niquelândia. O caso envolveu um homem identificado pelas iniciais N.C.J., suspeito de ameaçar e tentar agredir a própria mãe, uma mulher de 76 anos, identificada pelas iniciais J.C.J.
De acordo com o relato da Polícia Militar, a equipe realizava patrulhamento ostensivo preventivo quando recebeu, por meio do Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM), informações sobre uma situação de violência doméstica envolvendo o suspeito e sua mãe.
Polícia impediu tentativa de agressão
Ao chegar ao endereço informado, os policiais encontraram uma situação de intenso desentendimento familiar. Durante o atendimento, uma mulher identificada pelas iniciais V.C.J.S., irmã do suspeito, relatou que tanto ela quanto a mãe estariam sendo ameaçadas pelo homem.
Ainda conforme o registro policial, durante o relato, N.C.J. saiu de um dos quartos da residência e avançou em direção à própria mãe, tentando desferir um soco contra ela.
A equipe policial interveio imediatamente, impedindo a agressão e contendo o suspeito. Segundo a PM, foram utilizadas algemas para garantir a segurança dos policiais e das demais pessoas presentes no imóvel.
Mãe de 76 anos afirma viver com medo do filho
Após a intervenção policial, J.C.J., de 76 anos, relatou aos militares que não suportava mais a situação vivenciada dentro de casa. Segundo ela, o medo era tão intenso que precisava se esconder na própria residência para evitar novos episódios de violência.
A vítima também afirmou que vinha sendo ameaçada constantemente pelo filho e que já havia sofrido agressões físicas praticadas por ele em outras ocasiões.
O relato revela a gravidade da situação enfrentada pela idosa, que deveria encontrar no próprio lar um ambiente de segurança e tranquilidade.
Caso foi encaminhado à Polícia Civil
Diante dos fatos, os envolvidos foram informados sobre os procedimentos legais. N.C.J. e sua irmã, V.C.J.S., apontada no registro como testemunha e também vítima das ameaças relatadas, foram encaminhados ao Hospital Municipal para os procedimentos médicos necessários e, posteriormente, apresentados à Delegacia de Polícia Civil.
Conforme as informações repassadas pela Polícia Civil, a ocorrência foi recebida e encaminhada à autoridade policial para análise e deliberação das medidas legais cabíveis.
Denuncie a violência doméstica
A violência doméstica nem sempre começa com agressões físicas. Ameaças, intimidações e o medo constante também são sinais de alerta que não devem ser ignorados.
Em situações de emergência, a Polícia Militar pode ser acionada pelo telefone 190. Denúncias de violência contra a mulher também podem ser feitas pelo 180, a Central de Atendimento à Mulher.
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*Com informações da Polícia Militar










